O projeto “Plano de Comunicação da Campanha de Água da Inframoura" foi idealizado em conjunto pelo Colégio Internacional de Vilamoura e pela Inframoura. Duas entidades, conhecidas por unirem esforços com o objetivo de aumentar os níveis de consciência ambiental da população em geral.

Numa primeira fase, o CIV promoveu junto dos alunos ações de sensibilização desmontando mitos e ideias preconcebidas sobre o consumo da água da torneira, assim como da sua correta utilização, educando e sensibilizando a comunidade escolar para uma das maiores problemáticas ambientais: a escassez dos recursos de água. Expressando o que aprenderam, algumas turmas desenvolveram bandas desenhadas sobre o tema.

Numa segunda fase, em colaboração com a Inframoura, estas histórias foram reproduzidas e distribuídas por aproximadamente 13.000 consumidores locais, durante o período de um ano.

O papel da Amarca neste projeto, surge no sentido de viabilizar esta comunicação através de:

Agradecemos à Inframoura e ao CIV a oportunidade de participar neste projeto, aproveitando ainda para enaltecer o esforço destas duas entidades, que fazem a diferença no educar e sensibilizar de pequenos e graúdos para as questões ambientais, e assim ajudar a criar uma comunidade em geral mais consciente.

Nós acreditamos que projetos como este ajudam a criar melhores adultos no amanhã. E o nosso leitor de hoje, tem ideias para contribuir nesse melhor crescer?


Em 2020, as nossas atividades e o mercado em si sofreram profundas alterações a vários níveis, tendo mesmo alguns negócios sido obrigados a se reinventarem.

Um desses exemplos é o Centro Apoio Escolar EUREKA, em Portimão, o qual a sua responsável Teresa Chinopa viu o fechar portas, em virtude do confinamento ser transferido o ensino para um ambiente online!

As crianças e adolescentes continuaram a ter necessidade de acompanhamento, ou seja, o mercado continuou a existir havendo, no entanto, uma necessidade de adaptação do negócio.
Assim sendo, o CAE Eureka mudou o en­sino para o online, mas a Teresa, não totalmente satisfeita, quis ir mais longe. Percebendo o potencial para o seu segmento, preparou o centro para que a prestação de serviços pudesse ser toda online.

A Teresa tinha agora outro problema, imple­mentar a sua ideia e foi aí que contactou a amarca.

A ideia era simples, mas de execução complexa. Criar um sistema que permitis­se a inscrição de alunos via online, sem deslocações ao centro, mais a programação de uma aplicação que permitisse a gestão do centro, alunos, professores e definição de horários, mas que fosse ao mesmo tempo uma plataforma de comunicação entre alunos / encarregados de educação de alunos, centralizando as vias de comunicação apenas num local.

Deitámos de imediato mãos ao projeto. O site foi o primeiro passo, tendo o Webdesign como base a utilização de cores alegres que estimulassem a criatividade, tais como o amarelo; fotos de crianças e pré-adolescentes em contexto escolar, procurando transmitir ale­gria em ambiente de aprendizagem. Porque na realidade aprender é tão bom, não é verdade?!

O design foi pensado para as plataformas mobile, smartphone e tablets, incluindo o formulário de inscrição numa página do site, para evitar deslocações desnecessárias ao centro. O resultado final pode ser visto em www.caeeureka.pt.

Com o primeiro desafio superado, demos início à idealização da aplicação e para isso chamámos a equipa de RAM para nos ajudar e orientar. A decisão recaiu sobre uma WebApp, visto servir as necessidades do cliente e ser menos dispendioso, mas que resolve as necessidades do cliente. Nesta aplicação, é possível gerir, alunos, professores, horá­rios, estando os mesmos disponíveis na ponta dos dedos.

Além de gerar uma nova oportunidade de negócio, podendo dar explicações para todo o país, a Teresa aproveitou e aumentou os níveis de organiza­ção interna. E nós ficamos satisfeitos por podermos ajudar o CAE Eureka a reinventar o seu negócio em momentos tão complexos.

Sabemos o quanto este período foi exigente para a maioria das empresas, e gostaríamos de conhecer a vossa história de perceber como se reinventaram? E de como o avanço digital veio mudar as nossas vidas e os nossos negócios.

Obrigada & até já

A amarca nasce do sonho de duas mulheres, eu Patrícia Cardoso e Teresa Coelho, em ajudar o mundo a comunicar melhor através de Design cuidadosamente elaborado, pensado até aos mais pequenos detalhes.

Mas para que este sonho se tornasse realidade, ambas fizemos o nosso caminho até nos encontrarmos.

Eu, Patrícia, licenciei-me em economia, pela Universidade do Algarve, no ano de 2005, e curiosamente a disciplina de Marketing foi a que mais me cativou.

Após a faculdade, o meu primeiro trabalho, foi num escritório de contabilidade e bastaram 6 meses para perceber que não era aquilo que ia fazer o resto de minha vida. Em seguida comecei à procura por uma outra oportunidade, e consegui um estágio profissional como assistente do departamento financeiro, numa empresa de consultoria de Design, o Atelier do Sul. Foram anos de grande aprendizagem na área de gestão financeira, tesouraria entre outras, e em 2011, após ter tido o meu primeiro filho e em virtude da reestruturação, fui transferida para o departamento de orçamentação, onde adquiri competências ao nível da orçamentação e produção gráfica, e sinalética. Tive contacto direto com empresas gráficas de impressão digital, offset e grande formato, sinalética e equipa de produção. Contudo, a determinada altura, senti que tinha estagnado e que as probabilidades de evolução e crescimento eram escassas e voltei à procura de novo emprego.

E, mais uma vez me mudei, desta feita para uma gráfica em Albufeira, a Litográtis, onde adquiri conhecimentos sobre impressão em Digital e em offset, aprendi sobre formatos de papel, tipos de impressão e possibilidades de acabamentos.

Foi também na Litográfis que iniciei o meu percurso no BNI Business Networking Internacional, fui na altura o primeiro membro do BNI Desafio, num grupo de empresários que reunia às 6:45 da manhã. Para muitos uma loucura, para mim apesar de na altura ter sido difícil de gerir, posso dizer que aprendi muito, conheci pessoas excecionais e que não me arrependo nem um pouco do esforço realizado.

Passado um ano deixei o BNI e pouco tempo depois, já grávida do meu segundo filho mas sempre consciente do que não queria para a minha vida, mais uma vez me despedi.

Pouco tempo depois, comecei a prestar serviços para a Crochet, empresa de design de comunicação recém-criada em Portimão, e voltei ao BNI Desafio onde fui orgulhosamente presidente. Quatro anos depois, uma vez mais sem medos, cheguei à conclusão que tinha chegado ao fim deste caminho. E, mais uma vez, decidi sair e recomeçar.

Ao olhar para trás, percebo que ao longo dos anos fui construindo a minha marca pessoal e que pelo caminho fui-me desenhando. Construindo a pessoa que quero ser.

Passei por alguns dos melhores da região, procurando sempre deixar o meu cunho pessoal, esforço, dedicação, dinamismo, de uma pessoa focada em soluções e na resolução de problemas, com o propósito em ajudar o cliente mas também numa procura constante por crescimento pessoal e profissional... 

Neste ponto da minha vida não sabia para onde ir, nem o que ia fazer!

Enquanto eu fazia o meu caminho a Teresa Coelho fazia o dela. Licenciou-se em Design de Comunicação na ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos, tendo começado logo em seguida a sua carreira como designer freelancer ao mesmo tempo em que dava aulas de Educação Visual e Tecnológica numa escola em Albufeira. No entanto, procurava em simultâneo uma empresa onde pudesse trabalhar e adquirir um outro nível de experiência prática, o que veio a acontecer em 1998, ano em que começa a trabalhar na NC&G – Design, Fotografia e Publicidade. Aqui, aprofundou os seus conhecimentos e a sua paixão pelo design, trabalhando com pessoas que a marcaram e a ajudaram a moldar o seu carácter profissional. Este caminho termina em 2012, durante a crise imobiliária.

E porque apesar das dificuldades sempre procurou soluções, retomou a sua carreira como freelancer, construindo a sua própria carteira de clientes. Em paralelo, com o objetivo de adquirir mais competências, inicia na Universidade de Évora o mestrado em design gráfico, ao mesmo tempo em frequenta na ETIC um curso na área dos audiovisuais. Nesta altura, tira ainda o CCP de Formador.

Em 2013, foi convidada a lecionar a disciplina de Comunicação Gráfica e Audiovisual na EPGE – Escola Profissional Gil Eanes, onde permanece até 2017, nunca parando a sua carreira de freelancer. Nesta escola, constrói uma amizade com a sua aluna Roxana Osman, fundamental no aparecimento d’Amarca. Considerando-a uma aluna muito acima da média, a Teresa consegue-lhe um estágio na empresa onde na altura eu trabalhava.

Já em 2017, numa viagem a Lisboa em visita a um cliente, a Teresa encontra-se com a Roxana. Enquanto conversam fala-lhe na sua vontade de se dedicar a 100% ao design gráfico e de precisar de uma pessoa que a ajudasse a levar a sua atividade para um outro patamar e realizar o seu sonho de ter uma empresa que fosse diferente das demais e que se destacasse pelo detalhe e pelo amor ao design. A Roxana responde-lhe que conhece a pessoa ideal, altamente competente e séria na sua área e que também estaria à procura de algo novo a nível profissional. Ora, essa pessoa era eu.

E foi assim, que nesse mesmo dia, a Teresa me contactou.

Poderíamos dizer que era um “match made in heaven”, mas não foi assim tão fácil. Eu questionava o meu futuro, não sabia bem quais seriam os próximos passos na minha vida e aparece-me a Teresa... Aqui começou o nosso “namoro”. Apelidei-a de "Pica-miolos", por me questionar várias vezes se já tinha decidido o que fazer da vida :). A realidade é que ela tinha razão, faria sentido jogar fora a minha experiência? E ainda por cima tinha gosto e prazer na minha profissão…

Aos poucos a nossa afinidade foi crescendo, assim como o reco­nhecimento de clientes e amigos que faziam força para que eu continuasse o meu percurso dentro desta área. Por outro lado, identifiquei-me de imediato com o seu design. Todos os fatores somados ajudaram-me a decidir, a ter a confiança necessária para avançar. E assim, juntamente com a Teresa, unindo a nossa paixão pelo design e a nossa vontade em fazer diferente e melhor, pelo nosso amor à marca, sonhámos e fizemos nascer a Amarca.

E foi assim que tudo começou.

Um dos primeiros passos foi voltar ao BNI, desta feita ao Sinergia em Vilamoura. Arrendámos um escritório em Portimão, mobilámos o espaço e começámos a escrever em conjunto uma nova página das nossas vidas.

Se analisarmos bem, a Amarca é a união de duas Identidades, duas marcas pessoais que se desenvolveram e cresceram ao longo dos anos. Tanto eu como a Teresa, não deixámos que as circunstâncias nos definissem, continuámos a lutar pelos nossos caminhos e esta é a nossa marca pessoal, que também define a Amarca.

E vocês já pensaram no que é que vos define? Quais são os vossos valores?
Os nossos valores refletem-se nos valores das nossas empresas, e consequentemente naquilo que contribuímos para as empresas dos nossos clientes e para o mundo.

Qual é a vossa marca? O que é que deixam por onde passam?

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